sexta-feira, 16 de março de 2012

LEI PROMULGADA EM 2007 DESAFETOU TRECHOS DA FERROVIA DE TOMBAMENTO ESTADUAL PARA CONSTRUÇÃO DAS USINAS

Tombado pela Constituição Estadual de Rondônia de 1989 (artigo nº 264) o acervo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, considerada como um dos mais importantes patrimônios históricos de Rondônia, teve a área que fica no caminho das barragens das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau desafetada do tombamento estadual pela Lei número 1776, criada em 10 de agosto de 2007. A referida lei, de autoria dos deputados Alex Testoni e Neodi Carlos, durante a gestão do então governador de Rondônia Ivo Cassol, foi promulgada silenciosamente e sua existência foi revelada durante uma reunião realizada em Porto Velho, no dia 9 de março deste ano, para tratar sobre os impactos do aumento da cota de operação da UHE de Santo Antônio sobre o acervo da ferrovia. Participaram do encontro, representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Ibama, Secretaria Estadual de Cultura e concessionária Santo Antônio Energia. A referida lei foi apresentada na reunião pelos representantes da empresa. Os demais participantes do encontro demonstraram desconhecimento da mesma.


A lei 1.776, promulgada em 10 de agosto de 2007, dispõe sobre a utilização de faixas de terras para a construção das UHE de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira e desafeta três trechos da ferrovia, nas proximidades da sede do município, e nos distritos de Jacy-Paraná e Mutum-Paraná.


Gloriosa Madeira-Mamoré


Na apresentação do projeto de lei aos demais deputados, os deputados Neodi Carlos e Alex Testoni alegaram a necessidade de alterar o tombamento “de uma pequena parte da gloriosa Estrada de Ferro Madeira-Mamoré [que] deverá ser atingida pela construção das usinas, fazendo-se necessário, portanto, com o apoio dos Pares, aprovarmos o incluso projeto de lei, que preserva o tombamento desse verdadeiro símbolo rondoniense e nacional, mas altera a área de tombamento. Isso garantirá a união de dois valores essenciais a Rondônia, a preservação de nossa história e o desenvolvimento econômico de nosso Estado”.


No caminho da barragem de Santo Antônio, a ponte de Jacy-Paraná não terá sua estrutura afetada, mas a concessionária Santo Antônio Energia admite que a base da mesma ficará submersa durante três a quatro meses do ano.


História


A construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é considerada como um dos mais trágicos e importantes episódios da ocupação do território que hoje forma o Estado de Rondônia. Em sua obra, milhares de trabalhadores do Brasil e de outros países perderam a vida, acometidos por doenças tropicais e no duro enfrentamento da selva. O trecho que vai do quilômetro zero ao oito da ferrovia e seu entorno foi tombado pelo Iphan e passa por um processo de revitalização com verbas de compensação ambiental referentes à UHE de Santo Antônio, Prefeitura de Porto Velho e Ministério do Turismo. Em Guajará-Mirim, ponto final dos cerca de 350 quilômetros da ferrovia, o acervo também está sendo recuperado. O restante do complexo foi praticamente abandonado pelo Poder Público, desde a sua desativação em 1972, e a Lei 1776/2007 representa uma nova ameaça para o acervo. Resta saber se a referida lei é constitucional, já que contraria a Constituição Estadual de Rondônia.


Autor: Ana Aranda

segunda-feira, 12 de março de 2012

GRES ACADÊMICOS DA ZONA LESTE

Sambistas e artistas criaram neste último domingo, 11, na sede da Associação Beneficente Clube de Mães, Idosos, Crianças e Moradores do Bairro Esperança da Comunidade, o GRES Acadêmicos da Zona Leste, a mais nova escola de samba de Porto Velho, defensora das cores verde e rosa.

Sandro Sarará é o primeiro Presidente da Verde e Rosa, sendo seu Vice-Presidente o Senhor Francisco Semão Neto (o popular Pai Francisco), que também é Presidente do Centro Espírita Abaça de Odé, localizado no Bairro Marcos Frei.

Outras lideranças, como Raymison Correia, Presidente do Porto Diversidade e Coordenador do Bloco Arco-Íris, e Zeca Pedra, líder cultural da comunidade regueira do lado leste de Porto Velho, também comporão a Diretoria da Acadêmicos da Zona Leste.

Diretoria da Verde e Rosa
Fernando Rocha, Presidente da FEDERON, além de grande personalidades da cultura popular, com atuação no movimento social, já se colocou como colaborar e articular da Verde e Rosa.

A primeira Diretoria da Acadêmicos da Zona Leste já prepara a feijoada de lançamento da escola, evento a ser realizado na Quadra de Esporte do Esperança da Comunidade, no dia 28 de abril, a partir das 11 horas, ocasião em que será apresentado ao mundo do samba, o pavilhão verde e rosa da Acadêmicos e a performance de sua bateria que, segundo seu comandante, Silfarney, e o Vice-Presidente Pai Francisco, vem para abalar a Passarela do Samba Édson Froés.

quinta-feira, 8 de março de 2012

ZONA LESTE TERÁ SUA ESCOLA DE SAMBA

Mestre-Sala e Porta-Bandeira da Estação Primeira de Mangueira,
a mais tradicional escola de samba verde e rosa (as cores que
inspiram a futura escola de samba da zona leste).
Sambistas, passistas, brincantes, artistas plásticos, artesãos, quadrilheiros, brincantes de bois-bumbás e lideranças comunitárias do setor leste da cidade, estarão reunidos neste próximo domingo, dia 11 de março, a partir das 15 horas, na sede da Associação Beneficente Clube de Mães, Idosos, Crianças e Moradores do Bairro Esperança da Comunidade, localizada na esquina da Av. Mamoré com Av. Vieira Caúla, para discutirem a criação de uma escola de samba que representará a comunidade da zona leste da cidade de Porto Velho, a partir do carnaval de 2013.

A escola de samba da zona leste, que possivelmente ostentará em seu pavilhão as cores verde e rosa, nascerá num momento em que a FESEC, juntamente com a Prefeitura de Porto Velho e o Governo do Estado de Rondônia, empreendem esforços conjuntos para revitalizar o carnaval popular das escolas de samba da capital de Rondônia que, até a década de oitenta, protagonizaram os maiores espetáculos carnavalescos da Região Norte.

A zona leste da cidade é, notadamente, uma região de grande efervescência cultural, com grande volume de produção artística no âmbito popular, realizado pelos moradores da região, com a participação maciça da juventude local.

Sandro Sarará, Walber do Cavaco, Raymison Cooreia e Francisco Semão Neto (o popular Pai Francisco), Coordenadores do Movimento Cultural que pretende criar a escola de samba do lado leste, convidam todos os interessados que queiram participar deste projeto, para comparecerem na Associação Beneficente Clube de Mães, Idosos, Crianças e Moradores do Bairro Esperança da Comunidade, para contribuírem com discussão e construírem as estratégias para fundar a escola de samba verde e rosa.






terça-feira, 6 de março de 2012

Dr. LUIZ MENEZES, O MECENAS DA FRONTEIRA


Procurei uma forma de prestar homenagem a uma grande pessoa que nos deixou na última sexta-feira, dia 02 de março, vítima da mais cruel covardia.

Conheci este amigo – amigo com “A” maiúsculo - há pouco mais de um ano. Em pouquíssimo tempo aprendi a admira-lo enquanto pessoa amiga e enquanto profissional de grande talento e envergadura.

A nossa pouca convivência amistosa e de mútuo respeito se deu na comunidade cultural Boi-Bumbá Flor do Campo, da cidade de Guajará-Mirim. Foi lá que estreitamos os laços de amizade e, a cada reunião da Diretoria do Boi-Bumbá, fortalecia a reverência ao amigo que, sempre solícito, auxiliava sua esposa, Estelina Cunegundes, então Presidente do bumbá.

Mais recentemente, o Amigo passou a responder pelo Boi-Bumbá Flor do Campo, na condição de Presidente. Habilidoso, sensível e visionário, logo de primeira, deu prova que era capaz de conduzir o grêmio cultural do Bairro Tamandaré por colossais e espetaculares apresentações plásticas inovadoras e empolgantes.

Dialogou de forma respeitosa e proveitosa com a Diretoria do bumbá contrário, em um novo e superior plano de relações, numa perspectiva fortalecedora e necessária para o engrandecimento e perpetuação da cultura popular de Guajará-Mirim.

Refiro-me ao grande Mecenas da Fronteira, Dr. Luiz Menezes, advogado bem sucedido que tinha como diversão e distração, nas horas de lazer, o folguedo de bois-bumbás. Os últimos meses de sua vida, Luiz Menezes dedicou ao engrandecimento da cultura popular e da identidade cultural da cidade de Guajará-Mirim. ... E foi assim que partiu.

Vasculhando o cartão de memória da objetiva que me acompanha durante as realizações das manifestações de cultura popular, encontrei algumas imagens flagrantes retratando o Mecenas da Fronteira, na labuta, clicadas durante o carnaval popular realizado no Bumbódromo da Pérola do Mamoré, no momento da comemoração do aniversário de sua esposa, Estelina Cunegundes. São imagens inéditas que aqui publico, em homenagem ao grande amigo.






















quinta-feira, 1 de março de 2012

I VAMOS BRINCAR DE BOI


Breno Costa Tavares, à esquerda, veio de Parintins para
coreografar as tribos do Boi Flor do Campo

As Diretorias dos grupos folclóricos dos Bois-Bumbás Flor do Campo e Malhadinho realizarão neste próximo final de semana, nos dias 02 e 03 de março, na arena do Bumbódromo de Guajará-Mirim, a partir das 21 horas, o “I Vamos Brincar de Boi”. 

O acesso para assistir ao espetáculo das arquibancadas do Bumbódromo é gratuito, contudo, a organização do evento está disponibilizando mesas ao redor da arena, ao preço de R$ 10,00, aos interessados em acompanhar a apresentação folclórica de posição privilegiada e, assim, arrecadar recursos para os grêmios culturais. 

O objetivo do evento é fortalecer a brincadeira do bumbá em outras datas do ano, indo além do período de realização do popular Duelo na Fronteira e, assim, criar mais condições favoráveis para popularizar as duas agremiações culturais, disponibilizar outras datas para o turista que vista a cidade e que quer apreciar este magnífico certame cultural e, sobretudo, envolver a comunidade local, os empresários, artistas e brincantes na realização do evento, criando mais oportunidades para geração de ocupação e engrossamento da renda das famílias moradoras dos bairros populares de Guajará-Mirim, em especial, para juventude fora do mercado de trabalho formal. 

Batuqueiros do Flor do Campo ensaiando para o I Vamos Brincar de Boi
As duas Diretorias e brincantes trabalham freneticamente na produção do espetáculo de boi-bumbá ‘fora de época’, acreditando no sucesso de mais este evento da Pérola do Mamoré e na maciça adesão da sociedade local e participação dos turistas que visitam a cidade. 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CARNAVAL, TURISMO E PAZ


Diretoria e brincantes do GRES Asfaltão comemorando o título de campeã
No último domingo, dia 26, foi realizada nas dependências do Mercado Cultural, a apuração do desfile das escolas de samba de Porto Velho, que se apresentaram na Passarela do Samba Édson Fróes, sábado, dia 25, e início da madrugada de domingo.
Nos últimos quatro anos, a apuração dos mapas de avaliação era um acontecimento recheado por muitos tumultos, brigas, acusações, desconfianças, palavras afrontosas, injurias, tabefes, chutes, boletins de ocorrência policial e tudo mais de descompostura que uma boa baixaria requer.
Invariavelmente, após a Comissão de Apuração do resultado do carnaval anunciar a agremiação campeã, o Presidente da FESEC era retirado do espaço sob a proteção da Polícia Militar ou, de outra forma – aplicando o plano ‘B’ -, desaparecia do recinto, empreendendo espetacular fuga planejada pela empresa de segurança contratada pela Federação para garantir a integridade física do dirigente da FESEC.
Enart, Breno, eu e Renato em descontraído passeio pelo
centro da cidade.
Porém, naquela manhã de domingo havia algo diferente pairando no ar. Algumas das pessoas ali presentes não acreditavam na civilidade de determinados brincantes e torcedores que, ao longo da história da apuração do resultado do nosso carnaval, sempre se comportaram como feras temidas, ferozes e famintas.
Logo pela manhã, brincantes, ritmistas, foliões, admiradores e curiosos se instalaram na Praça Getúlio Vargas, para acompanhar a apuração.
A conferência foi rápida. Por volta de uma hora e trinta minutos o Presidente da Fundação Iaripuna, Altair Santos Tatá, anunciou a Escola de Samba Asfaltão como a grande vencedora do carnaval de 2012.
A comunidade carnavalesca do pavilhão amarelo e preto finalmente pode comemorar o título que vinha perseguindo nestes últimos quatro anos.
O título de segundo lugar foi para a Escola Os Diplomatas do Samba. Na terceira posição ficou a São João Batista e na quarta colocação ficou a Rádio Farol, que retorna para o grupo de acesso.
Eu, Renato, Dayna e Breno na Praça da E.F.M.M.
No grupo de acesso, a escola de samba Armário Grande foi a grande campeã e volta ao grupo especial. A agremiação Império do Samba, também do Grupo de acesso, foi desclassificada, conforme prevê o regulamento do carnaval, em razão do atraso de uma hora e meia do seu desfile.
Pela primeira vez, nestes últimos anos, após se anunciar o resultado da apuração do carnaval, o clima era só de comemoração, alegria e celebração do título.
As velhas, irracionais e imbecis acusações de roubos, alegações de trapaças, afirmações insanas de jurados que foram comprados para favorecer determinada agremiação, felizmente, não ocuparam a cena da comemoração festiva que acontecia em clima de paz, em plena Praça Getúlio Vargas.
Eu, passeando de barquinho pelo Rio Madeira
As escolas que se posicionaram em segundo, terceiro e quarto lugares cumprimentaram a campeã, de forma muito madura, elegante e equilibrada. O sentimento da inveja cega e torpe não pairou sobre o resultado. Nenhum Presidente saiu aos gritos, histérico, bradando o confisco de um título que já era seu.
Particularmente, enquanto aguardava o anuncio da campeã, preparava-me para um tsunami de baixaria invadindo o Mercado Cultural, da mesma forma como havia acontecido em anos anteriores.
As costumeiras acusações de falcatruas, de roubalheira explícita, de injustiça absurda e as mais lunáticas teses de conspirações e golpes covardes contra o carnaval das escolas não agraciadas com o título de campeã, este ano ficaram de fora, após o anúncio do resultado.
O olhar de perplexidade de muitos era expressão geral, não por conta do resultado da apuração que consagrou a escola vitoriosa, mas com o clima de celebração tranquila, regada por paz absoluta.
Breno, Dayna, Eu e Renato fazendo uma 'boquinha' na
Feira do Porto
Os vários diretores presentes, brincantes e torcedores das agremiações vencidas, no momento do anuncio da campeã, aplaudiram o resultado. Não houve protestos e nem agressões. Ninguém se sentiu ameaçado fisicamente ou agredido na intimidade. Absolutamente ninguém, seja da Comissão Julgadora, seja da Apuração ou da Diretoria da FESEC, desta vez, não foram acusados de ladrões, ao se promulgar o resultado.
Resumo da ópera: para vencedor e vencidos, este é um resultado acima de qualquer suspeita. Um resultado justo, honeste, ético e digno.
Particularmente, senti-me tão seguro que, após se anunciar a campeã, foi fazer um passeio turístico pelo centro histórico da cidade de Porto Velho.
Despreocupadamente, na companhia de alguns amigos, almocei no tradicional Restaurante Almanara, visitei a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, passeei de barquinho pelo Rio Madeira, visitei a Praça das Caixas d’Água e a exposição de artes plásticas coletiva da Casa de Cultura Ivan Marrocos e, para finalizar, foi fazer uma ‘boquinha’ na Feira do Porto.
Na Casa de Cultura Ivan Marrocos, contemplando uma obra
de Rita Queiroz
Durante este agradável percurso turístico, foi me encontrando com alguns amigos que, pasmos, me perguntavam se era eu mesmo que esta a ali, tranquilo, despreocupado, passeando.
Sim, era eu mesmo, desfrutando das belezas da cidade, em uma linda tarde de domingo. Não me sentia ameaço de agressões física ou moral por parte de algum brincante ou torcedor descontente com o resultado do carnaval de Porto Velho.
Não era só uma caminhada descontraída e de puro lazer, mas também um passeio acompanhado de muita reflexão e análise sobre os frutos colhidos a partir de um trabalho sério, realizado pela FESEC, em parceria com as equipes da SECEL e da Fundação Iaripuna, em prol da revitalização do Carnaval de Porto Velho, das nossas escolas de samba, da nossa identidade cultural e de nossos mestres da cultura popular.
Para quem avista longe, sem medo de olhar muito além do ‘arco-íris’, muito provavelmente consegue avistar um resultado bem acima de um título de campeã. É possível constatar que o projeto de revitalização da estética e da criatividade do carnaval popular das nossas escolas de samba tem avançado.
Para vislumbrar este novo contexto do carnaval da cidade é preciso fechar os olhos para sonhar e ousar. “Só não vê os avanços quem tem os olhos abertos e perdeu a capacidade de sonhar”.
Que dia agradável aquele!
Na Praça das Caixas d'Água


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

SECEL E FESEC ASSISTEM DESFILE DA UNIDOS DO GUAPORÉ


Na última terça-feira de carnaval, 21, a Gerente de Cultura da SECEL, Cândrica Madalena Bebel, representado o titular da pasta da cultura, Secretário Francisco Leilson Chicão, juntamente com o colunista cultural Sílvio Santos, a técnica Mari e o Presidente da FESEC, Ariel Argobe, assistiram ao desfile da Escola de Samba Unidos do Guaporé, agremiação carnavalesca do Município de Costa Marques, que este ano completa quinze anos de memoráveis apresentações.

A escola do Presidente Cliuson Torres trouxe para a Avenida Chianca, local do desfile, o enredo Do Sonho de uma Criança Nasce um Sorriso de Esperança, que foi desenvolvido por 200 brincantes, agrupados em cinco alas puxadas pela furiosa bateria Trovão do Guaporé.

No dia de sua apresentação, a Unidos do Guaporé mobiliza toda cidade de Costa Marques e turistas dos municípios vizinhos, mexe com o orgulho dos brincantes e admiradores e arrasta, pela principal avenida do cidade, uma multidão de mais de duas mil pessoas.


A apresentação da Escola de Costa Marques é uma grande e caprichada exibição de cultura popular, com ostentação de criativas fantasias e muito samba no pé de todos os brincantes. A população e a Diretoria da agremiação carnavalesca afirmam que a Unidos do Guaporé é a escola de samba de Rondônia que tem o maior número de mulheres bonitas desfilando em suas alas.

Para Prefeita de Costa Marques, Jaqueline Ferreira Góis, fã incondicional da agremiação carnavalesca, a participação efetiva da SECEL e da FESEC está contribuindo para o crescimento e fortalecimento da Unidos do Guaporé.


A Unidos do Guaporé foi a primeira escola de samba do interior a filiar-se na FESEC, no final de 2010, o que lhe confere o direito de participação na divisão dos recursos públicos concedidos pelo Governo do Estado para subsidiar o carnaval, cabendo-lhe este ano a importância de dez mil reais.

Para o Presidente da FESEC, Ariel Argobe, a Federação das Escolas de Samba de Rondônia, com este trabalho de expansão de suas ações para o interior, definitivamente assume imperioso papel de salvaguardar, fortalecer e preservar a memória carnavalesca do Estado, saindo, de uma vez por todas, do modesto papel de repassadora de recursos públicos aos grêmios carnavalescos da capital.






O FESTIVAL FOLCLÓRICO DE GUAJARÁ-MIRIM: A CELEBRAÇÃO DA NOSSA IDENTIDADE CULTURAL

Imagem colhida na internet (https://rondonia.ro.gov.br/) O Festival Folclórico de Guajará-Mirim, conhecido como Duelo na Fronteira, é muito ...