segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

SECRETÁRIA ALESSANDRA SE REÚNE COM BLOCOS CARNAVALESCOS

Secretária Alessandra Cortez conduz reunião com carnavalescos de Guajará

A titular da pasta da Cultura, Esportes, Lazer e Turismo de Guajará-Mirim (SEMCET), sra. Alessandra Cortez reuniu-se com representantes dos blocos carnavalescos da Pérola do Mamoré, nesta segunda-feira (27), para tratar do apoio da prefeitura na realização do carnaval de blocos e eventos carnavalescas populares durante a quadra momesca.


Participaram da reunião o sr. Adão Rodrigues, representando o carnaval do Tekila Bar, o artista plástico Ariel Argobe e a presidente do Boi Flor do Campo, sra. Rosa Solani Sol, ambos representantes do bloco Mona Momo, e Kbral Gomes, representante do bloco Pintão da Madrugada.


Desfile dos Blocos Mona Momo e Pintão da Madrugada, 2019
Durante a reunião, a secretária Alessandra Cortez elencou os itens e serviços com os quais a prefeitura colaborará para realizar com o carnaval de blocos tradicionais, tais como, fornecimento de material para decoração de clube e confecção de fantasias e adereços; limpeza, interdição e iluminação de viais; e realização de campanhas preventivas na área da saúde, dentre outras atitudes acenadas como possíveis pela titular da pasta da cultura.


Alessandra Cortez também acenou com o desejo de, em parceria com o Tekila Bar e os blocos, realizar o concurso para escolha do rei Momo e a rainha do carnaval da Pérola do Mamoré, agraciando os vencedores com premiação em dinheiro (valor a ser definido), e brindes, além da concessão das fantasias de rei e rainha de carnaval, conforme manda a tradição.

O Projeto Carnaval Tekila Bar e Bloco Mona Momo - Circuito Tamandaré 2020, acontecerá pelo terceiro ano consecutivo, nos dias 21, 22, 23, 24 e 25 de fevereiro, na sede do Tekila, local de onde também sai os blocos Mona Momo e Pintão da Madrugada, em desfile casado, percorrendo as ruas do bairro Tamandaré e centro da cidade.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

CARNAVALESCOS DE GUAJARÁ SE REÚNEM COM AUTORIDADES DO LEGISLATIVA E EXECUTIVO

Vereador Sérgio Bouez, Ariel Argobe (Bloco Mona Momo), e Adão Rodrigues
(Tekila Bar)

Representantes do Bloco Mona Momo (Ariel Argobe, Grupo Pérolas) e do Tekila Bar (Adão Rodrigues), se reuniram na manhã desta terça-feira (14), com o Presidente da Câmara de Vereadores de Guajará-Mirim, vereador Sérgio Bouez, e, em seguida, com a Secretária Municipal de Cultura (SEMCET), Alessandra Cortez Jacques, no Gabinete do Prefeito, aos quais apresentaram o Projeto Carnaval Tekila Bar e Bloco Mona Momo - Circuito Tamandaré 2020, a acontecer nos dias 21, 22, 23, 24 e 25 de fevereiro do ano em curso.

Segundo os organizadores do carnaval do Tamandaré, com ambas autoridades a conversa foi proveitosa, considerando o interesse e empenho tanto do chefe do legislativo, quanto da titular da pasta da cultura, para realizar e disponibilizar aos foliões perolenses, a festa carnavalesca em perfil e estética tradicional, aberto, com paz e segurança para todos.

O presidente do legislativo, vereador Sérgio Bouez, durante a audiência com os agentes culturais, lembrou do período em que ocupou o Palácio Pérola do Mamoré, do seu esforço e empenho de sua equipe para realizar o carnaval popular (carnaval do curral) de Guajará-Mirim no ano de 2017, ocasião em que se discutiu amplamente com autoridades do estado e do Ministério Público, a festa momesca perolense.

Ariel Argobe (Bloco Mona Momo), Adão Rodrigues (Tekila Bar),
e Alessandra Cortez, Secretária de Cultura
A secretária Alessandra Cortez adiantou aos produtores do carnaval do Tekila Bar e do Bloco Mona Momo que já solicitou uma reunião com representantes do Ministério Público, para tratativas do carnaval em Guajará-Mirim, e que gostaria da companhia e participação dos representantes de blocos quando da reunião com o MP.

Além da participação efetiva do ente público municipal na realização do carnaval da Pérola do Mamoré, os coordenadores do Projeto Carnaval Tekila Bar e Bloco Mona Momo - Circuito Tamandaré 2020 desejam não só realizar o carnaval local, mas também repetir a grande festa que foi o carnaval do Tekila em 2018 e 2019, quando foliões e admiradores do carnaval popular de Guajará-Mirim, após alguns anos da ausência dos festejos carnavalescos, tiveram a oportunidade de se reencontrar e participar da maior festa popular do planeta: o carnaval brasileiro.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

SOBRE PATRIMÔNIO CULTURAL, LEGISLAÇÃO E ATAQUES À MEMORIA

(Retomando a discussão sobre o coreto da praça Mário Corrêa)


Praça Mário Corrêa, em Guajará-Mirim, tendo ao centro o coreto
(foto histórica)
Recentemente escrevi artigo sob o título “Um crime contra a memória de Guajará-Mirim: a propósito do patrimônio cultural e das intervenções tresloucadas”. O texto se propunha denunciar intervenção descabida no antigo coreto da Praça Mário Corrêa, patrimônio histórico da cidade e ícone da memória coletiva e da identidade cultural local. Infelizmente o telhado foi propositalmente demolido e, em substituição ao original, foi construído um novo, com elemetos alheio ao material originário e histórico.

Correto da Praça Mário Corrêa, Gujará-Mirim; telhado destruído
(foto Ariel Argobe)
O artigo suscitou discussão acalorada nas redes sociais, entre pessoas afetas ao tema. Contudo, a maioria posicionou-se não contra ou favor do mérito discutido no artigo, mas contra a iniciativa do autor, contra a pessoa, atacando raivosamente quem assina o texto. A iniciativa do texto - de trazer para discussão pública o que deveria ser de domínio público -, soou como ultraje à honra dos autos proclamados “protetores” do patrimônio histórico e da memória arquitetônica da cidade. Para tais, a atitude foi verdadeira temeridade.

Além do blog Cultura, Política & Cidadania (do próprio autor), o texto também foi publicado em jornal on-line da cidade (Portal Guajará), onde alguns leitores assíduos do periódico local, registraram suas opiniões sobre a iniciativa de se publicar um texto denunciando a criminosa demolição da cobertura do coreto da Praça Mário Corrêa. Em nenhum momento os comentários e opiniões entram na questão central do tema denunciado. Ao contrário, as opiniões são verdadeiros esculachos, total aloprações contra a pessoa ou o texto (nunca focando o mérito), do tipo: infeliz, lamentável, desnecessário, recalcado, lambaio, imbecil, sem noção, dentre outros impropérios.

Os mais afoitos chegam mesmo a afirmar, em um verdadeiro rasgo de alopração insana e irresponsável, que o coreto – legítimo patrimônio histórico ainda não classificado administrativamente pelo ente municipal ou estadual como peça patrimonial da cidade - “não é tombado” de forma que “se alguém quiser, pode até demolir o coreto e fazer um chafariz, que não será crime”.

Sublinhe-se aqui que a ação para transformar um bem móvel ou espaço público urbano em referência histórica e memória de uma sociedade é, tão somente, uma necessária iniciativa administrativa para se reconhecer o bem enquanto patrimônio cultural tombado e protegido. Na verdade, são os aspectos históricos (considerando-se tempo e espaço), estéticos, artísticos, formais e técnicos que fazem um bem alçar a condição de patrimônio cultural protegido por lei.

Sobre imprudente e leviana afirmação de se poder demolir uma edificação histórica por esta não ser administrativamente tombada, trago à luz do bom senso, o estabelecido no caput do Artigo 2016 da Constituição Federal de 1988, e seus incisos:

“Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: I - as formas de expressão; II - os modos de criar, fazer e viver; III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas; IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico”

Destaco ainda os seguintes parágrafos do mesmo artigo:

“1º O poder público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação”; e “4º Os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos, na forma da lei (grifo nosso).

A Carta Magna do Estado de Rondônia, em seu artigo 206 repete na integra o artigo 2016 da CF, bem como seus respectivos incisos e alíneas.

No campo da criação de instituições públicas e dos marcos legais para proteção do patrimônio cultural nacional, em 1933 foi criada a Inspetoria de Monumentos Nacionais (IMN), primeiro órgão voltado para a preservação do patrimônio no Brasil. As atividades da IMN encerraram em 1937, quando da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), pela Lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, posteriormente denominado Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). 

O IPHAN é uma autarquia federal do Governo do Brasil vinculada, hoje (após reforma administrativa do atual governo), ao Ministério da Cidadania, sendo o órgão responsável em orientar, fiscalizar, divulgar e preservar o patrimônio cultural material e imaterial brasileiro, além de garantir a utilização desses bens às gerações de hoje e furas. Em sua estrutura, o IPHAN comporta 27 superintendências estaduais que respondem pela coordenação, planejamento, operacionalização e execução das ações do IPHAN nas unidades da federação.

Real Forte Príncipe da Beira, Costa Marques (foto da internet)
A Superintendência do IPHAN em Rondônia foi instalada em 2004, e desde então tem contribuído significativamente para o processo de reconhecimento da riqueza cultural rondoniense. A primeira grande atitude do IPHAN no estado antecede o ano de 2004. Em 1950, o IPHAN tombou, como patrimônio nacional, a edificação do Real Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques, localizado às margens direita do rio Guaporé, na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Nas cidades de Ji-Paraná e Vilhena são tombados pelo IPHAN, os prédios das estações telegráficas construídas pela Comissão Estratégica de Linhas Telegráficas de Cuiabá a Porto Velho (Comissão Rondon), e em Porto Velho, o conjunto arquitetônico que compõe o pátio ferroviário da estrada de ferro Madeira-Mamoré (bens móveis e imóveis).

Estação Telegráfica construída pela Comissão Rondon, Ji-Paraná
(foto colhida na internet)
O tombamento é um ato administrativo de reconhecimento e proteção a um patrimônio de notório valor e reconhecimento histórico, cultural, arquitetônico e ambiental para população, podendo ser realizado pela administração federal, estadual e municipal, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados. Na esfera federal, o tombamento foi instituído pelo Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, sendo este o primeiro e efetivo instrumento legal de proteção do patrimônio cultural do povo brasileiro.

Estação Telegráfica construída pela Comissão Rondon, Vilhena
(foto colhida na internet)
O Parágrafo 1° do Artigo 2016 da CF estabelece que “O poder público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação”. O Parágrafo 1º do Artigo 206 da Constituição do Estado de Rondônia define que “Os bens mencionados nos incisos IV e V deste artigo (IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico), são considerados integrantes do patrimônio público, devendo, para sua proteção e preservação, a administração pública incentivar a colaboração da comunidade”; e estabelece ainda no 4º Parágrafo do mesmo artigo (anteriormente citado), o que segue: “Os bens mencionados neste artigo poderão ser objeto de desapropriação por parte do Poder Público e, se permanecerem no domínio particular, não devem ser objeto de modificação ou reforma, na base da lei”.

Ainda sobre instrumentos balizadores no âmbito das unidades federativas, existem os órgãos estaduais e municipais responsáveis pelo desenvolvimento e fiscalização da política pública de preservação, manutenção, divulgação, fruição e acesso aos bens culturais que carregam a memória e a cultura de um povo.

Defender a demolição, modificação e descaracterização de uma edificação que ao longo da história é reconhecida enquanto ancestralidade e elemento de importância histórica e cultural de um país, de uma localidade ou comunidade - mesmo não sendo este bem tombada administrativamente pelo ente público enquanto patrimônio – é de uma insanidade bestial. Só mesmo um povo sem apreço à memória e a história de seus antepassados é capaz de uma ação criminosa desta monta; diga-se, atitude delituosa prevista, inclusive, na Carta Maior do país e na constituição do Estado de Rondônia.

O não tombamento administrativo do coreto da Praça Mário Corrêa, assim como de várias outras edificações erguidas no centro histórico da quase centenária Guajará-Mirim, por si só, já é negligência da autoridade pública. Aliás, omissão que levou à prática de um crime contra a memória da cidade.

Qualquer ação de intervenção de obra no corpo de edificação de valor histórico e estético deverá ser precedida de detalhado e consistente planejamento, considerando-se as fases de levantamento, de diagnóstico e a proposta de intervenção, sendo esta última (a intervenção) executada com a utilização de técnicas e materiais construtivos tradicionais iguais ou similares às encontradas no local, quando do período de erguimento do bem, resguardando-se as mesmas características e acabamentos.

A intervenção no coreto da praça Mário Corrêa foi ação realizada a toque de caixa, ao arrepio da legislação pertinente ou de qualquer outro gesto ou orientação que preservasse a carga histórica, a técnica construtiva e linguagem estilística da edificação. Uma ação no mínimo suspeita, comandada por vaidosos analfabetos estéticos.

Por ser uma cidade que caminha para seu primeiro século de emancipação política e administrativa, com rico patrimônio material histórico que atesta o tempo, as origem e os vários ciclos econômicos da região, urge o setor competente da esfera pública municipal, em parceria com o governo estadual e órgãos federais concernentes, levantar, quantificar, reconhecer, inventariar, registrar e tombar os bens culturais em função do seu valor histórico ou artístico, dividindo-os ainda em bens imóveis (edificações, marcos, pontes, centros históricos, dentre outros), e móveis (imagens, mobiliário, quadros, entre outras peças), para se garantir a preservação e o reconhecimento da memória coletiva da cidade e da região, assim como possibilitar às gerações futuras, o acesso, a fruição, o estudo e a pesquisa.

Não é mais possível a sociedade guajara-mirense, verdadeiramente preocupada com o legado histórico e artístico de nossos antepassados, permanecer indiferente à destruição da memória e da história local. Participar discutindo, propondo, sugerindo e divergindo é o mínimo de contribuição que cabe a cada morador de Guajará-Mirim – além de ser uma participação legítima, legal, ética e democrática.

É inadmissível assistir inerte, pseuda “elite intelectual” tupiniquim avançar cega e insensivelmente sobre o bem cultural da cidade, apagando a memória coletiva de todos nós.

Aos que discordam de minha opinião, a discussão está aberta, desde que travada dentro do mérito, com maturidade, sem baixarias e agressões pessoais, focando o patrimônio cultural da cidade e nossa memória e história. 

sábado, 7 de dezembro de 2019

GUAJARÁ INAUGURA MODERNÍSSIMA LOJA (COM VELHOS HÁBITOS)

Na manhã desta última sexta-feira, 06/12, uma grande e moderníssima loja de departamentos foi inaugurada em Guajará-Mirim. O centro da cidade parou: fogos de artifícios, grande multidão, corre-corre no interior da loja, muitos produtos e preços para todos os gostos.

De fato, o look interior  do estabelecimento e disposição dos produtos é design moderníssimo, se considerarmos os padrões comerciais da urbe tupiniquim riomanorense. Tudo top de linha.

Como bom e curioso caboclo beradeiro, hoje sábado (7/12), fiz meu programa de índio: fui conhecer a loja e conferir produtos e preços. De fato, é um bonito estabelecimento comercial, bem abastecido de mercadoria, com serviço de atendimento padrão.

Ao sair do mais novo empreendimento da Pérola do Mamoré, observei que a loja veio com tudo, chegou chegando para abalar e concorrer forte com o empresário local de mesmo ramo.

Não tenho dúvidas que a gerência de marketing da nova loja fez minucioso estudo sobre os costumes e hábitos dos nossos empresários, do centro comercial da cidade e de nossos consumidores. O marketing da loja não pensou duas vezes, e todo entulho, embalagens de produtos e lixos foram descartados no passeio público, impedindo a circulação de pedestres, especialmente cadeirantes, idosos, pessoa com dificuldades de locomoção e mães com carrinhos de bebês.  Bem a cara da cultura local e ao sabor e padrão de omissão da prefeitura, que jamais fiscaliza e multa tais infrações.

Só para acalmar os ânimos dos empresários da nova loja, já adianto que nossa gente vai concordar com a sujeira jogada na rua e no passeio público, além de criticar bastante o autor deste texto. Em nome do progresso, nosso povo concorda com tudo, aceita até uma cidade chiqueiro.

A conferir.

domingo, 24 de novembro de 2019

CONTRIBUICÕES À AGENDA DO PREFEITO

Parquinho tomado pela vegetação,
equipamentos quebrados, Praça do Boi
A Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura Municipal de Guajará-Mirim informou na página do Facebook do executivo perolense que o prefeito Cícero Noronha (DEM), dirigiu-se ao Hospital Regional para ouvir queixas de pacientes e seus familiares, e buscar soluções. A nota destacou que o prefeito fez a visita de surpresa e em pleno Domingo (25/11).

Como contribuinte, também me preocupo com a cidade, seus serviços, equipamentos e espaços públicos de uso coletivo. Hoje, por exemplo, senhor prefeito, fui à Praça do Boi, no bairro Tamandaré. Fiquei preocupado com o estado de abandono da pracinha.  Como o senhor está anotando relatos de queixas da população, aproveito o ensejo para contribuir com sua agenda e gestão, enumerando alguns serviços urgentes, ordinários e necessários para manutenção daquela praça frequentada por pais, mães, crianças, adolescentes, adultos e idosos, conforme a seguir:
Praça do Boi

Na área reservada ao lazer 
e à brincaira  de crianças, a erva daninha está muito alta, dificultando o acesso aos equipamentos. Se faz necessário o roça imediato.

Os equipamentos destinados ao lazer das crianças estão  quase todos quebrados, expondo os pimpolhos em sérios riscos de acidentes. É evidente a urgente necessidade de reparos e/ou substituições de peças, imediatamente. 

Com respeito aos equipamentos destinados aos exercícios físicos dos frequentadores da praça, informo que o mato vem tomado de conta dos mesmos, dificultando o acesso dos praticantes, em especial dos idosos. Sugiro o roço urgente e de maneira constante.

Equipamentos para exercícios,
vegetação alta, Praça  do Boi
Senhor prefeito, sinceramente espero ter contribuído para com sua agenda e para com a melhoria dos serviços oferecidos pelo ente público municipal.

Saudações.

sábado, 23 de novembro de 2019

TAMANDARÉ FAZ A FESTA FLAMENGUISTA

Boteco do Jorjão
O bairro Tamandaré, em Guajará-Mirim, a cada dia se consolida como circuito turistico-festeiro da Pérola do Mamoré.

Na decisão da Libertadores, depois do Flamengo virar o placar e faturar o título, dois bares comandaram a festa da vitória em Guajará-Mirim: Tekila Bar e o Boteco do Jorjão.

Grupo Novo Samba
Enquanto o Tekila atacou com tecnobrega, Jorjão foi de pagodão. Não deu outra, ambos lotados.

Gosto de pagode e tudo indica que o Jorjão também. E o Boteco do Jorjão foi de grupo Novo Samba. Sucesso total.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

FLAMENGO E RIVER PLATE É NO TEKILA BAR



Neste sábado (23/11), às 17h (hora oficial de Brasília), acontecerá a grande final da Copa Libertadores 2019.

O confronto esportivo será travado no Estádio Monumental de Lima, capital do Peru, entre Flamengo e River Plate, duas potências de clubes sul-americanos, ambos selecionados francos favaritos ao título.

O mundo da bola, atletas e torcedores estão de olho em Lima, com uma única certeza: jogo tenso para testar a saúde do coração.

Em Guajará-Mirim, torcedores do Flamengo (e antiflamenguistas), se encontrarão no Tekila Bar, sede oficial (etílica) do Fla-Guajará, de onde, com muita torcida, alegria, mandinga e gritos (porra, caralho, ladrão!), pretendem empurrar o Mengão para o título.

A equipe de artistas e artesãos do Boi-Bumbá Flor do Campo, comandada por Solani Sol, Presidente do bumbá vermelho, é a responsável pela decoração nas cores do time carioca, para animar o ambiente.

O FESTIVAL FOLCLÓRICO DE GUAJARÁ-MIRIM: A CELEBRAÇÃO DA NOSSA IDENTIDADE CULTURAL

Imagem colhida na internet (https://rondonia.ro.gov.br/) O Festival Folclórico de Guajará-Mirim, conhecido como Duelo na Fronteira, é muito ...