sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

I ENCOTRO LGBT DA ZONA LESTE

 Confira as imagens do I Encontro LGBT da Zona Leste, realizado em Porto Velho, na EEEFM São Luiz, no do Dia Mundial de Luta e Combate à AIDS:


Beatriz, militante do movimento
LGBT da Zona Leste





 

Plenária


Almoço
 



Denise, Láila e Bruno
   



Raymeson, eleito Presidente
  




Da esqueda para direta: Ian, Bruno, Laila e Paola
  




Plenária do encontro
 


Plenária. No primeiro plano: Pâmelo
 

Uma plenária feliz

Denise Limeira, colaboradora do Porto Diversidade
Ariel Argobe, articulador do Porto Diversidade
Plenária do I Encontro LGBT da Zona Leste
Plenária do I Encontro LGBT da Zona Leste
Momento Magno: a criação do Porto Diversidade.
Assembléia votando
Momento Magno: a criação do Porto Diversidade.
Assembléia votando


Eis os fundadores do Porto Diversidade
Fundadores do Porto Diversidade
Os Fundadores da ONG da Zona Leste
Sócios Fundadores do Porto Diversidade

 
Cris, colaboradora do movimento
LGBT da Zona Leste
   

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

ZONA LESTE CRIA ONG LGBT

Participantes da I Corrida de Salto Alto
Lideranças do movimento social LGBT, articuladoras do agrupamento Porto Diversidade, coletivo de responsabilidade social para promoção da cidadania de gays, lésbicas bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros do lado leste da cidade de Porto Velho, buscando o fortalecimento da campanha mundial de combate à AIDS e uma maior visibilidade deste primeiro de dezembro em Rondônia, promoveu o I Encontro LGBT da Zona Leste, realizado na Escola Estadual São Luiz, a I Corrida de Salto Alto e a I Noite Cultural LGBT, eventos ocorridos na Rua Antônio Fraga.
Durante os debates do I Encontro LGBT da Zona Leste, foi discutida, votada e aprovada a criação oficial da primeira ONG voltada à população homossexual do setor leste de Porto Velho.

Momento da chegada: Pâmelo em 1º lugar
Segundo Raymison Correia da Silva, eleito Presidente interino por um período de um ano, o recém criado Porto Diversidade tem definido em sua Carta de Princípio elaborada e aprovada em plenário, um perfil de atuação que fortalece e possibilita avançar nas áreas periféricas e populares da capital de Rondônia, regiões com uma grande população de jovens, dentre eles um significativo percentual LGBT, carentes e merecedores de políticas públicas para proteção dessa tenra população.

 No período da tarde a Corrida de Salto Alto deu o tom irreverente da festa, reunindo atletas amadores gays, que participaram da disputa desportiva sob os olhares de um grande público presente, que prestigiou e aplaudiu os participantes da corrida.


Do Nosso Jeito, grupo de dança

À noite, a banda musical Resistência Urbana, músicos, grupos de dançarinos e DJs, pratas do setor leste, animaram a festa cultural, reunidos em um grande palco armado em via pública, apresentando-se sob uma fina chuva que teimava em cair sem ofuscar o brilho da festa. “Foi uma grande noite sorvida pelo espírito da tolerância e do respeito e revestida pela cultura de paz e da diversidade”, afirmou Ariel Argobe, um dos articuladores da ONG LGBT. Assim nasce o Porto Diversidade, coletivo de responsabilidade social para promoção da cidadania LGBT.

PORTO DIVERSIDADE - Coletivo de Responsabilidade Social para Promoção da Cidadania LGBT

CARTA DE PRINCÍPIOS
QUEM COMBATE HOMOFOBIA PROMOVE CIDADANIA

O Coletivo Porto Diversidade, constituído por lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, ativistas e militantes do movimento LGBT na mais ampla acepção da palavra, nasce da iniciativa organizada do segmento homossexual, representativo e multidisciplinar, que há anos atua no cenário de luta pela causa social e pela cidadania no Estado de Rondônia, agindo muito especialmente no lado leste do município de Porto Velho. Seu objetivo pauta-se no reconhecimento da importância de se avançar nas conquistas e garantias dos direitos humanos e civis da população LGBT, veementemente lutando pelo respeito e promoção da livre orientação sexual, da liberdade, da justiça social, da democracia e da pluralidade e diversidade de gêneros.

O grupo tem como eixo de sua conduta, a compreensão e o reconhecimento da importância do respeito e promoção da diversidade para melhoria da qualidade de vida das pessoas, a partir do estímulo ao exercício da cidadania, acenando – sem imposições – para a transformação social e, desta feita, para auto-estima e para a construção sólida da cidadania da população homossexual.

O Coletivo Porto Diversidade entende ser fundamental o fortalecimento e a garantia do acesso às políticas públicas de Estado para promoção do respeito, da fraternidade, da igualdade e da identidade cultural diferenciada da população LGBT, como um direito social e expressão dos direitos humanos, conforme preconizado no DHESCA (Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais).

Os preceitos da socialização, da inclusão, da tolerância, da responsabilidade são aspectos expressivos e relevantes na proposição do grupo. Tais preceitos coadunam com princípios de políticas públicas socialmente responsáveis que vem transformando o Brasil numa democracia verdadeira, ampla, plena e universal. Assim, pensar a cidade e seus distritos, o Estado, a região, o país e sua gente sob essa ótica significa, sobretudo, reconhecer o valor da diversidade da nossa população, de forma geral e, em particular, o segmento LGBT. Destarte, pensamos na construção de um movimento aglutinador em torno de um projeto centrado numa prática cultural inclusiva, através da viabilização de um modelo racional, possível e, mais que isto, justo e merecido pelos homossexuais que aqui vivem em situação de vulnerabilidade social e exclusão.

Os desafios são grandes, e certamente não será possível realizar a implementação de políticas sem a imprescindível interação entre sociedade civil e Poder Púbico. Nesse sentido, nossas iniciativas buscam interfaces com a Educação, a Saúde, Ação e Assistência Social, o Esporte, o Lazer, a Cultura, a Previdência Social, o Meio Ambiente, o Legislativo e o Judiciário, em programas, projetos e ações de interesse comum, respeitando os recortes geracionais, etariedade, raciais de portadores de necessidades especiais. Dessa forma, poderemos contribuir na construção de um projeto de Estado plenamente democrático, no qual se possa, setorialmente e de forma integrada, incluir todos os cidadãos.

Neste momento de grandes transformações revestidas pelo sentimento da justiça social, há um grande anseio por alterações na condução da política de inclusão e reparação social. O vapor dessa expectativa faz emergir vontades antigas, adormecidas por longos períodos de insensibilidade para com o segmento LGBT. O advento de novos governos que propõem mudanças cria no seio da comunidade homossexual o estímulo para se avançar no rompimento com modelos e padrões pouco servíveis ao bem coletivo. Já não mais se pode admitir que a história, a luta e a caminhada de segmentos excluídos ao longo do tempo, aqui existentes, continuem habitando a fileira do descaso, ante a orfandade da atitude e do merecimento para com a população LGBT. Nossa mobilização social, rica em essência e diversidade, clama pelo devido tratamento. Resta-nos abraçar nossa causa, na defesa do direito inalienável à cidadania, o que só poderá ser assegurado por meio de Políticas Públicas de Estado, sólidas e permanentes.

Porto Velho, 1° de dezembro de 2010.
Dia Mundial de Luta e Combate à AIDS

I Encontro LGBT da Zona Leste, EEEFM São Luiz - 1º12/2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

FESEC SE REUNE COM REPRESETANTES DA ALE E DO GOVERNO


Bateria e Rainha da Bateria do GRES Rádio Farol, carnaval 2010
 A Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas de Rondônia (FESEC) participou na última sexta-feira, 19, de duas audiências com autoridades do legislativo e do executivo estadual, para apresentar e discutir o financiamento da proposta da Federação para o carnaval de 2011.
No primeiro encontro, a Diretoria Executiva da FESEC foi recebida pelo Deputado Estadual Eurípedes Lebrão, da Comissão de Finanças, Economia e Orçamento da ALE, para quem apresentou a proposta e pediu apoio para realização do carnaval de 2011. Em seguida, a equipe da Federação foi recebida no Palácio Presidente Vargas, pelo Secretário-Chefe da Casa Civil, Guilherme Erse, que se colocou à disposição do projeto, afirmando que irá acompanhá-lo até o último dia de trabalho dessa atual administração.


Desfile do GRES Asfaltão, carnaval 2010

Dentre as novidades defendidas pela FESEC para o próximo carnaval, consta a transferência da Passarela do Samba Edson Fróes, local por onde desfilam as escolas de samba e alguns blocos carnavalescos de Porto Velho, para Av. Rio de Janeiro, nas proximidades da OAB.

Segundo a Federação, a mudança de endereço é uma atitude necessária, considerando que o atual espaço localiza-se muito distante das duas regiões mais populosa de Porto Velho, zonas leste e sul, lados da cidade onde mora o grande público amante do carnaval, portanto, na contramão de brincantes, admiradores, produtores culturais e o público em geral.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira - GRES Os Diplomatas do Samba/2010
Pela manhã do dia 22, última segunda-feira, a Diretoria da Federação foi recebida na ALE pelo Deputado Estadual Edson Martins, membro efetivo da Comissão de Finanças, Economia e Orçamento. Em seguida, a equipe da FESEC foi recepcionada na SECEL pelo Secretário Estadual de Cultura, Esportes e Lazer, Jucélis Freitas. Com essas duas autoridades a Federação discutiu as formas de repasse do auxílio montagem às escolas de samba para o carnaval de 2011.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CORRIDA DE SALTO ALTO NO 1º DE DEZEMBRO

I Miss Cidadania LGBT - Zona Leste de Porto Velho
O dia primeiro de dezembro foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o dia mundial de prevenção contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), doença transmitida por contato entre o sangue contaminado e o sangue não contaminado ou contato sexual sem preservativo.

 Lideranças do movimento social LGBT, articuladoras do agrupamento Porto Diversidade, coletivo de discussão para promoção da cidadania de gays, lésbicas bissexuais, travestis e transexuais da zona leste da cidade de Porto Velho, fitando o fortalecimento da campanha mundial de combate à AIDS e uma maior visibilidade ao dia primeiro de dezembro em Rondônia, realizarão o I Encontro LGBT da Zona Leste, na Escola Estadual São Luiz, e a I Corrida de Salto Alto, evento que irá acontecer na Rua Idalva Fraga Moreira (entre as Ruas Benedito Inocêncio e Inácio Mendes), no mesmo dia, a partir das 16h00min

III Marcha Municipal pela Diversidade Sexual - Zona Leste - P. Velho
O Dia Mundial de Luta e Combate À AIDS é uma data em que se alerta para a necessidade de se desenvolver e fortalecer o esforço mundial da luta contra a AIDS, estabelecendo o entrelaçamento de comunicação, promovendo a troca de informações e experiências, de se criar um espírito de tolerância social e, assim, amenizar o preconceito sofrido pelos portadores do HIV, o vírus causador da AIDS. É o dia de se esclarecer sobre infecção por HIV, de se ocupar das pessoas infectadas pelo HIV e das doenças da AIDS, e de se saber mais sobre esta mal. Este dia internacional de ação coordenada contra a AIDS já se constituiu em um grandioso evento anual promovido em quase todos os países do mundo.
No Brasil, a data foi estabelecida em 1988, a fim de alertar a população sobre as formas de transmissão da doença, os avanços da mesma pelo país e informar sobre as políticas públicas brasileiras de prevenção e combate à AIDS.

O Governo de Rondônia, em parceria com ONGs, desenvolve ações e políticas públicas estabelecidas pelo Governo Federal, inclusive oferecendo tratamento gratuito aos portadores do vírus HIV, visando o combate às DST/AIDS.
 
III Marcha Municipal pela Diversidade Sexual
Para fortalecer e avançar com estas políticas e atitudes de prevenção no lado leste da cidade de Porto Velho, região de grande população jovem, o Coletivo Porto Diversidade promove esse encontro, para o segmento LGBT, e realiza a corrida de salto alto, focando esta população, quase sempre em situação de vulnerabilidade social.






sexta-feira, 12 de novembro de 2010

HISTORIA DO CARNAVAL EM PORTO VELHO


Por Silvio M. Santos

Nos clubes entravam só a “alta”

Hoje o Zekatraca conta um pouco sobre os memoráveis bailes no Ypiranga, Bancravé e companhia da folia

Como dissemos, os corsos dominaram os desfiles carnavalescos em Porto Velho até o inicio dos anos 50. Porém, os clubes existentes à época mantinham seus blocos com o intuito de animar os bailes carnavalescos. Esses bailes começam a ser realizados a partir do mês de outubro quando os clubes promoviam os famosos “Grito de Carnaval”. Vale salientar que os grandes cordões carnavalescos pertenciam aos clubes Internacional, Noroeste e Ypiranga. O Noroeste era dirigido pelo seu Elias Gorayeb e era frequentado pelas famílias dos seringalistas e comerciantes mais abastados. O Ypiranga tinha como sócios os chamados “Categas” funcionários públicos que exerciam cargos de confiança, na Madeira-Mamoré, na prefeitura e depois no governo do Território Federal do Guaporé. O Clube Internacional funcionava como se fosse o Clube Oficial da cidade, já que reunia o alto escalão dos funcionários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

Contam os mais antigos, que em determinada época ou quando Aluizio Pinheiro Ferreira assumiu a direção da Estrada de Ferro e depois como primeiro governador do Território Federal do Guaporé, os bailes no Internacional só começavam quando ele chegava.

O Clube Internacional fechou suas portas na segunda metade dos anos 1950. Era um casarão de madeira que ficava a Rua Sete de Setembro, justamente onde hoje se encontra a sede do Ferroviário Atlético Clube. Seu bloco carnavalesco só brincava na sede, quer dizer, não participava dos desfiles pelas ruas da cidade, nem mesmo em corsos.

O Ypiranga que existe desde 1917 sempre se destacou nos desfiles carnavalescos colocando seus blocos, agora a grande pedida no inicio da nossa Porto Velho era o Bloco do Noroeste.

Apesar da grande animação nos bailes carnavalescos desses clubes, nosso carnaval de rua só passou a “pegar fogo” de verdade a partir de 1950, quando os clubes sociais passaram realmente a dominar o carnaval de rua com os desfiles dos seus blocos.



OS BLOCOS DA PRESIDENTE DUTRA


Quando me entendi como gente, já em meados da década de cinquenta, os desfiles aconteciam na rua Presidente Dutra entre a D. Pedro II e a 7 de Setembro. O interessante, era que os blocos desciam a Presidente Dutra passando pela frente do Porto Velho Hotel (hrje Unir Centro), se apresentavam para as autoridades e jurados em frente ao palanque, geralmente instalado na Rua Henrique Dias entre o prédio do Banco do Brasil (hoje Sesc) e a Pensão do Napoleão, ao lado da Associação Comercial. Depois de se apresentarem para os jurados e autoridades, os blocos seguiam até a Praça Rondon e dobravam a esquerda na Sete de Setembro e depois, já sem tocar (a maioria), subiam a José de Alencar até a D. Pedro II e retornavam pela Presidente Dutra desfilando novamente para o público, jurados e autoridades.

Os blocos eram formados por sócios dos chamados clubes sociais, cujos mais famosos eram: Ypiranga (o clube dos categas); Danúbio Azul Bailante Clube; Guaporé; Imperial e depois veio o Bancrévea Clube (dos Bancários do Banco da Borracha).

Sem que nada determinasse, esses blocos se identificavam por categoria social e cada categoria disputava entre si. Por exemplo: o Bloco do Ypiranga disputava com o Bloco do Bancrévea; o Bloco do Danúbio com o do Guaporé e Imperial. Se o Bloco do Clube Guaporé ganhassem do Bloco do Danúbio e do Imperial, pronto, a festa estava feita, não interessava se havia perdido para Bancrévea ou Ypiranga.

Na realidade, a disputa mais esperada era a dos blocos dos clubes Ypiranga e Bancrévea, principalmente quando os dois passaram a ser comandados pela Professora Marize Castiel Bloco do Ypiranga e a empresária Neire Azevedo Bloco do Bancrévea.

Nessa época desfilavam os chamados blocos de originalidade, "Rei da Selva" do Valdemar Cachorro que disputava com o Bloco do Inácio Campos, além do famoso Bloco da Cobra e os blocos de sujo e foliões do “Bloco do eu Sozinho".

Os blocos de clubes sociais dominaram o carnaval de Rua de Porto Velho até meados da década de sessenta, quando perdem a hegemonia para as escolas de samba Diplomatas e Pobres do Caiari.



Sílvio Santos é colunista cultural, sambista, amo de boi e "tudo mais que for de bom na área cultural"

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

CONGRESSO APROVA PLANO NACIONAL DE CULTURA

Grupo de dança Do Nosso Jeito - Zona Leste/PVH
O Congresso aprovou ontem, por unanimidade, o Plano Nacional de Cultura (PNC) em caráter terminativo - agora, só falta a sanção presidencial. Assim como outros planos de políticas públicas (Plano Nacional de Saúde e Plano Nacional de Educação), o PNC estabelece metas obrigatórias para os próximos dez anos na área cultural.

"É equivalente à carta de navegação para os marinheiros: traz as diretrizes para os governos estaduais e municipais e o governo federal, para que o fogo não seja reinventado todo dia", disse ontem, 20 minutos após a aprovação, o Ministro da Cultura, Juca Ferreira. A derradeira aprovação do projeto de lei, na manhã de ontem, se deu por unanimidade na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Segundo o Ministério da Cultura, o projeto do plano foi concluído após consultas públicas, audiências e debates (muitos deles organizados pelo próprio Congresso) - entre eles a 1.ª Conferência Nacional de Cultura, Câmaras Setoriais, Fóruns e Seminários. Já o texto foi um trabalho em parceria entre os Poderes Legislativo e Executivo. Como é previsto na Constituição Federal (foi incluído na emenda constitucional 48, em 200), é decisivo na formulação de políticas públicas de longo prazo.

Segundo o texto, o plano inclui: "Fortalecimento institucional e definição de políticas públicas que assegurem o direito constitucional à cultura; proteção e promoção do patrimônio e da diversidade étnica, artística e cultural; ampliação do acesso à produção e fruição da cultura em todo o território; inserção da cultura em modelos sustentáveis de desenvolvimento socioeconômico; estabelecimento de um sistema público e participativo de gestão, acompanhamento e avaliação das políticas culturais."
Ensaio Boi-Bumbá Vencedor

Entre os projetos vitais para o MinC, em tramitação no Congresso, estão o ProCultura (que reforma a antiga Lei Rouanet e cria fundos de incentivo direto); o Vale Cultura (adoção de um vale, semelhante aos vales-refeição, que dará R$ 50 para os trabalhadores adquirirem ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros e outros produtos culturais); a criação do Sistema Nacional de Cultura (que formaliza a cooperação entre União, Estados e municípios); e a PEC 150, que estabelece piso mínimo de 2% do orçamento federal, 1,5% do estadual e 1% do municipal para a cultura. Outra legislação, essa mais polêmica, em exame no Congresso é o anteprojeto de lei que moderniza a Lei de Direito Autoral (Lei 9.610/1998), que tem como principal objetivo abarcar as questões autorais dentro da nova ordem digital. Combatido por setores da área musical, foi acusado de "dirigismo" por associações de classe. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE - Agência Estado
10 de novembro de 2010
8h 46

O FESTIVAL FOLCLÓRICO DE GUAJARÁ-MIRIM: A CELEBRAÇÃO DA NOSSA IDENTIDADE CULTURAL

Imagem colhida na internet (https://rondonia.ro.gov.br/) O Festival Folclórico de Guajará-Mirim, conhecido como Duelo na Fronteira, é muito ...