sexta-feira, 19 de abril de 2013


REVOLUÇÃO: CULTURA QUER MAIS COMPROMISSO E RESPEITO

Na última quinta-feira, 19, aconteceu a primeira reunião promovida pelo segmento cultural do Estado de Rondônia, juntando artistas plásticos, atores, músicos, mestres da cultura popular, gestores culturais, escritores, colunistas culturais e representantes de instituições civis da área, para juntos, definirem os princípios e objetivos do Manifesto “Revolução Cultural”.

A reunião que aconteceu na Casa de Cultura Ivan Marrocos, em Porto Velho,  foi recheada de depoimentos indignados, relatos e desabafos revoltados, marcando claramente o sentimento de orfandade e total abandono que nutre os produtores e gestores culturais de Rondônia.

As incipientes atitudes públicas por parte do Governo de Rondônia - ou mesmo a total ausência da ação pública nesta esfera de poder – tem levando os artistas e produtores culturais a se mobilizarem em defesa da cultura e do fortalecimento da instituição cultural estadual, responsável pela promoção das políticas públicas culturais em Rondônia.

O segmento cultural quer mais compromisso e firmeza por parte do Governador Confúcio Moura, sobretudo forte empenho, para uma gestão mais qualificada no campo da cultura.

Raymison, Lú, Ariel e Ana: o quarteto forte da cultura
Grandes eventos populares e culturais que necessitam da mão pública para serem realizados (Arraial Flor do Maracujá e Duelo na Fronteia) aconteceram em 2012 em clima sofrível e angustiante, por conta da pouca, patética e atrapalhada participação da Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL), que ultimamente tem figurado mais nas colunas policiais que nas ações culturais.

O segmento entende que a instituição pública cultural e o segmento cultual não podem ser penalizados, em função da conduta de seus gestores, e que o Governador Confúcio Moura tem que demonstrar mais compromisso para com o artista e o patrimônio cultural de Rondônia.

Segundo fala do Secretário Municipal de Cultura e Turismo de Guajará-Mirim, Ariel Argobe, que participou da reunião, "para se defender mais política pública para cultura, é necessária ocupar praças e ruas, em uma grande manifestação de protesto, coclamando a participação de todos, em favor e defesa de mais e eficientes parcerias culturais entre Estado e municípios".



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