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| Gostaria, mesmo, era vê uma foto legítima desse ladrão atrás das grades. Vamos aguardar uma de verdade. |
Notícias e informações sobre política, cultura, arte, artesanato, eventos populares e movimentos sociais.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
PENA, É SÓ UMA MONTAGEM
GAY DOA PÊNIS PARA O AMIGO E TRANSPLANTE É UM SUCESSO
Sem fazer uso do pênis, o gay americano, Richard Riche, resolveu doar o órgão para o amigo Joseph John, que perdeu o pênis em uma briga com a ex-esposa. O transplante foi realizado na tarde da última terça-feira (20), e foi um sucesso a cirurgia. O pênis de Richard já está funcionando perfeitamente em Joseph.
Segundo informações do correspondente de G17 em Nova York, Carlos Cálcio, o doador Richard afirmou ter ficado satisfeito em fazer o amigo voltar a ser feliz. “não sinto falta alguma, pelo contrario, sinto um alívio”, disse.
Joseph - que recebeu o órgão doado pelo amigo - também ficou contente com a operação, e disse que o órgão que recebeu é maior que o anterior - que e foi arrancado pela ex-mulher - e ainda brincou: “Esse além de maior é novinho em folha, pois nunca foi usado”.
O médico, que fez o transplante, disse que esta cirurgia foi o primeiro passo, para que outras pessoas também possam doar o pênis, caso não utilizem. “Muitos não usam o órgão, e poderiam doar, porque existem muitas pessoas que, mesmo já tendo um, gostaria de trocar por outro maior”, disse o médico.
Fonte: http://www.g17.com.br/noticia.php?id=362
Segundo informações do correspondente de G17 em Nova York, Carlos Cálcio, o doador Richard afirmou ter ficado satisfeito em fazer o amigo voltar a ser feliz. “não sinto falta alguma, pelo contrario, sinto um alívio”, disse.
Joseph - que recebeu o órgão doado pelo amigo - também ficou contente com a operação, e disse que o órgão que recebeu é maior que o anterior - que e foi arrancado pela ex-mulher - e ainda brincou: “Esse além de maior é novinho em folha, pois nunca foi usado”.
O médico, que fez o transplante, disse que esta cirurgia foi o primeiro passo, para que outras pessoas também possam doar o pênis, caso não utilizem. “Muitos não usam o órgão, e poderiam doar, porque existem muitas pessoas que, mesmo já tendo um, gostaria de trocar por outro maior”, disse o médico.
Fonte: http://www.g17.com.br/noticia.php?id=362
GRAVAÇÃO
Escolas gravam samba enredo
De acordo com programação distribuída pela direção da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas – Fesec, as escolas de samba começaram a gravar os sambas enredos para o próximo carnaval, no dia 21 passado. Na tabela de gravação consta que a escola de samba Império do Samba será a primeira e entrar em estúdio para gravar o samba enredo que fala da carreira do Rei do Baião – Luiz Gonzaga o Studio Verde fica a disposição da Império do Samba nos dias 21, 22 e 23.
A segunda escola de samba a entrar em estúdio para gravar seu hino é a escola de samba “Acadêmicos do Armário Grande” com o samba “Fênix – O eterno renascer das cinzas”. No dia 28 será a vez da escola de samba Unidos da Rádio Farol trabalhar o samba “José Otino” enquanto a partir do dia 1º de dezembro a Acadêmicos do São João Batista através o interprete Banana Split grava o enredo “Rio Madeira – O novo eldorado brasileiro”. Entre os dias 5 e 7 de dezembro o Asfaltão coloca voz e ritmo no samba “Açaí o necta da Amazônia” e a escola Os Diplomatas encerra a gravação do CD com os sambas das escolas de Porto Velho até o dia 10 de dezembro.
O lançamento do CD está previsto para a primeira quinzena de janeiro de 2012
Fonte: Coluna cultural do Zé Katraca, Jornal Diário da Amazônia de 23/11/2011
De acordo com programação distribuída pela direção da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas – Fesec, as escolas de samba começaram a gravar os sambas enredos para o próximo carnaval, no dia 21 passado. Na tabela de gravação consta que a escola de samba Império do Samba será a primeira e entrar em estúdio para gravar o samba enredo que fala da carreira do Rei do Baião – Luiz Gonzaga o Studio Verde fica a disposição da Império do Samba nos dias 21, 22 e 23.
A segunda escola de samba a entrar em estúdio para gravar seu hino é a escola de samba “Acadêmicos do Armário Grande” com o samba “Fênix – O eterno renascer das cinzas”. No dia 28 será a vez da escola de samba Unidos da Rádio Farol trabalhar o samba “José Otino” enquanto a partir do dia 1º de dezembro a Acadêmicos do São João Batista através o interprete Banana Split grava o enredo “Rio Madeira – O novo eldorado brasileiro”. Entre os dias 5 e 7 de dezembro o Asfaltão coloca voz e ritmo no samba “Açaí o necta da Amazônia” e a escola Os Diplomatas encerra a gravação do CD com os sambas das escolas de Porto Velho até o dia 10 de dezembro.
O lançamento do CD está previsto para a primeira quinzena de janeiro de 2012
Fonte: Coluna cultural do Zé Katraca, Jornal Diário da Amazônia de 23/11/2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
FESTCINEAMAZONIA
Bastidores do Samba Espetáculo da cultura popular
O documentário produzido em Porto Velho é forte candidato ao título de melhor
O público que lotou o teatro Banzeiros na noite da última quarta feira 16, para prestigiar as exibições dos filmes que estão concorrendo na Mostra Competitiva do 9º Festcineamazônia, se surpreendeu com a exibição do documentário “Bastidores do Samba – Espetáculo da Cultura Popular” uma produção da Salada Visual com a direção do Bill Marques e equipe, que conta com o fotografo Ronaldo Nina atualmente considerado como o melhor no ramo em Porto Velho. A produção é uma realização da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas de Rondônia – Fesec, com o objetivo de mostrar o trabalho desenvolvido pelos carnavalescos nos bastidores, ou seja, barracões de alegorias, ateliê das costureiras, e ensaios até o desfile na passarela do samba “Edson Fróes”.
O documentário mostrou aos espectadores que lotaram o Teatro Banzeiros naquela noite, como nossas escolas de samba investem e valorizam o trabalhos dos nossos artistas, pintores, escultores, eletricistas, soldadores, figurinistas, costureiras, decoradores, aderecistas e historiadores. A conexão entre os artesãos de Bois Bumbás e Quadrilhas Juninas e as Escolas de Samba, acontece automaticamente por ser nossa região, rica nessas denominações culturais.
O documentário com duração de 46 minutos, encantou a platéia que ao final o aplaudiu calorosamente aos gritos de “Valeu, muito bom, ótimo, bravo!”. A programação do Festcineamazônia daquela noite, prosseguiu com a exibição de mais sete produções, porém, temos certeza de que o documentário “Bastidores do Samba – Espetáculo da Cultura Popular”, foi disparadamente o preferido da maioria dos presentes na hora de votar no melhor filme. Bill Marques e sua equipe com certeza estarão recebendo o troféu Mapinguari na noite de encerramento do festival, pelo melhor documentário da 9ª edição do Festcineamazônia. Bravo!
(*) Jornal Eletrônico http://www.gentedeopiniao.com.br/, de 18/11/2011
O documentário produzido em Porto Velho é forte candidato ao título de melhor
O público que lotou o teatro Banzeiros na noite da última quarta feira 16, para prestigiar as exibições dos filmes que estão concorrendo na Mostra Competitiva do 9º Festcineamazônia, se surpreendeu com a exibição do documentário “Bastidores do Samba – Espetáculo da Cultura Popular” uma produção da Salada Visual com a direção do Bill Marques e equipe, que conta com o fotografo Ronaldo Nina atualmente considerado como o melhor no ramo em Porto Velho. A produção é uma realização da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas de Rondônia – Fesec, com o objetivo de mostrar o trabalho desenvolvido pelos carnavalescos nos bastidores, ou seja, barracões de alegorias, ateliê das costureiras, e ensaios até o desfile na passarela do samba “Edson Fróes”.
O documentário mostrou aos espectadores que lotaram o Teatro Banzeiros naquela noite, como nossas escolas de samba investem e valorizam o trabalhos dos nossos artistas, pintores, escultores, eletricistas, soldadores, figurinistas, costureiras, decoradores, aderecistas e historiadores. A conexão entre os artesãos de Bois Bumbás e Quadrilhas Juninas e as Escolas de Samba, acontece automaticamente por ser nossa região, rica nessas denominações culturais.
O documentário com duração de 46 minutos, encantou a platéia que ao final o aplaudiu calorosamente aos gritos de “Valeu, muito bom, ótimo, bravo!”. A programação do Festcineamazônia daquela noite, prosseguiu com a exibição de mais sete produções, porém, temos certeza de que o documentário “Bastidores do Samba – Espetáculo da Cultura Popular”, foi disparadamente o preferido da maioria dos presentes na hora de votar no melhor filme. Bill Marques e sua equipe com certeza estarão recebendo o troféu Mapinguari na noite de encerramento do festival, pelo melhor documentário da 9ª edição do Festcineamazônia. Bravo!
(*) Jornal Eletrônico http://www.gentedeopiniao.com.br/, de 18/11/2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
COLUNA LENHA NA FOGUEIRA - 17/11/2011
Por 'Zé Katraca'
Não sei qual o motivo, que leva algumas pessoas a questionar o que postamos nesta coluna. O bom, é que na maioria das vezes os contestadores, acabam, no final de seus textos, concordando com o que escrevemos.
************
O pior é quando levam o negócio para o campo pessoal, achando que estamos escrevendo com a intenção de prejudicá-las.
***********
Muitas vezes, por causa desses pensamentos mesquinhos, pensei em parar de defender através desta coluna as reivindicações dos segmentos culturais do nosso estado.
************
Os dirigentes, sejam de órgãos governamentais (estado e município) ou de entidades que trabalham a cultura em nossa cidade e estado, pensam, que por ostentarem o título de presidente, secretário ou seja lá o que for estão imune de críticas.
**********
O interessante é que quando elogiamos ou divulgamos seus trabalhos, nenhum, mas, nenhum mesmo, tem a coragem de pegar o telefone e ligar agradecendo. (Salientamos que não fazemos questão disso)
*********
Agora, quando fazemos qualquer comentário que eles acham que estamos criticando suas atitudes, são os primeiros a ligar para “esculhambar” (também não ligamos para isso)
***********
Por conta disso, recebemos do presidente da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas de Rondônia – Fesec um artigo que vamos tentar publicar na íntegra.
**********
Acontece que meu amigo Ariel Argobe expressou sua indignação para com esse colunista em mais de seis mil caracteres, quando o espaço desta coluna, aceita no máximo 4 mil, mesmo assim vamos nos esforçar com a nossa diagramadora Edilma para tentar colocar o que o Ariel escreveu, na íntegra.
***********
O que ele escreve na tentativa de nos passar um “pito”, acaba por concordar com tudo que escrevemos na coluna de sexta feira, apena com um agravante. Errei ao dizer que a reunião com a deputada havia sido solicitada pela sua diretoria (Foi pelas assessoria da deputada). Vamos ao artigo do Ariel:
Não sei qual o motivo, que leva algumas pessoas a questionar o que postamos nesta coluna. O bom, é que na maioria das vezes os contestadores, acabam, no final de seus textos, concordando com o que escrevemos.
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O pior é quando levam o negócio para o campo pessoal, achando que estamos escrevendo com a intenção de prejudicá-las.
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Muitas vezes, por causa desses pensamentos mesquinhos, pensei em parar de defender através desta coluna as reivindicações dos segmentos culturais do nosso estado.
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Os dirigentes, sejam de órgãos governamentais (estado e município) ou de entidades que trabalham a cultura em nossa cidade e estado, pensam, que por ostentarem o título de presidente, secretário ou seja lá o que for estão imune de críticas.
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O interessante é que quando elogiamos ou divulgamos seus trabalhos, nenhum, mas, nenhum mesmo, tem a coragem de pegar o telefone e ligar agradecendo. (Salientamos que não fazemos questão disso)
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Agora, quando fazemos qualquer comentário que eles acham que estamos criticando suas atitudes, são os primeiros a ligar para “esculhambar” (também não ligamos para isso)
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Por conta disso, recebemos do presidente da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas de Rondônia – Fesec um artigo que vamos tentar publicar na íntegra.
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Acontece que meu amigo Ariel Argobe expressou sua indignação para com esse colunista em mais de seis mil caracteres, quando o espaço desta coluna, aceita no máximo 4 mil, mesmo assim vamos nos esforçar com a nossa diagramadora Edilma para tentar colocar o que o Ariel escreveu, na íntegra.
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O que ele escreve na tentativa de nos passar um “pito”, acaba por concordar com tudo que escrevemos na coluna de sexta feira, apena com um agravante. Errei ao dizer que a reunião com a deputada havia sido solicitada pela sua diretoria (Foi pelas assessoria da deputada). Vamos ao artigo do Ariel:
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
ZÉ, EU CONFESSO: SOU VICIADO EM LENHA
Por Ariel Argobe (*)
Recentemente, especialistas da Sociedade Americana de Medicina do Vício (ASAM) criaram uma nova definição para este mal que acompanha a humanidade desde os primórdios. Na tese altamente gabaritada da ASAM, “o vício é uma desordem cerebral crônica e não simplesmente um problema de comportamento que pode envolver álcool, drogas, jogos de azar ou sexo”.
Na minha limitada visão, caro Zé Katraca, esta definição ainda está incompleta. A experiência me diz que há pessoas que são irrecuperavelmente viciadas em coisas estranhas, como por exemplo, em colunas culturais diárias.
Conclusão: de onde vejo, “o vício é um burburinho na cuca do sujeito que, inclusive, pode levar às drogas, ao álcool, aos jogos de azares, muito sexo curtido adoidado e colunas culturais especializadas”.
Confesso, amigo Zé Katraca, que sou sim viciado na ‘porra’ dessa coluna cultural. Como um alcoólatra ou toxicômano errante, ao abrir os olhos, logo pela manhã, a primeira coisa que faço é correr pro vício. Com as mãos trêmulas, pernas bambas, olhar turvo, ao retornar da caminhada matinal que faço pela Av. XV de Novembro, no coração da Pérola do Mamoré, vou correndo para o Bar do Candury e, sem que ninguém me veja, compro o produto que acalma o meu sistema nervoso: o jornal impresso que traz a coluna cultural do Zé Katraca.
Que merda é esta? Sério, não consigo me controlar. Será que tem tratamento pra este meu péssimo vício?
Porém, iluminado Zé, devo alertá-lo: só gosto ‘da boa’, negócio ‘granfo’, bacana, do tipo top de linha. Porcaria nem pensar. Nada de mistura doida. Odeio!
Na última sexta-feira, amanheci ‘nervosão’, como sempre (sabe como é, né Zé!?). Super a fim, foi correndo pro Bar do ‘Candú’. Comprei o bagulho e Já fui logo rasgando e abrindo lá mesmo. Constatei ansioso que ela estava lá, como de hábito, embrulhada bem no meio do jornal: a coluna Lenha na Fogueira. Fui devorando tudo, nem respirava direito. Não queria nem saber se tinha gente me olhando. Que decepção: aquela lenha não era da boa. Tava toda misturada. Porra!
Zé, quem te repassou a mercadoria que você processou na coluna Lenha na Fogueira de sexta-feira 11, foi o Sílvio Santos? Não acredito que foi ele. O Sílvio só trabalha ‘pedra’ de primeira. O bagulho de sexta tá muito barrela, arqueado, misturado mesmo, do tipo ‘lombra’ estranha.
Só para esclarecer, amigo Zé Katraca, devo informar que a reunião marcada para acontecer na Estação da EFMM, quarta-feira passada, dia 09/11, - como você mesmo informou em sua coluna -, foi uma agenda puxada pelo Gabinete da Deputada Epifânia Barbosa, para tratar de uma emenda parlamentar no valor de cem mil reais, a serem gastos com a realização de várias oficinas de artes. Minutos antes da hora prevista, fomos informados que a reunião estava cancelada, em razão da Deputada se encontrar em viagem ao exterior.
Imediatamente o Secretário da FESEC postou mensagem no blog da Federação, tratando do cancelamento da reunião e, aos Presidentes de GRES que tem acesso e lidam com as novas tecnologias, enviou mensagem por celular e email, comunicando o fato. Só não foram contatados os federados avessos às novas tecnologias, que ainda teimam em viver no século XIX e que, coincidentemente, ocupam posições no grupo de acesso do grandioso carnaval popular das nossas escolas de samba.
Asseguro nobre Zé, o Gabinete da Deputada (e de outras autoridades da municipalidade) está sendo mobilizado para tratar tão somente dos recursos do carnaval a ser repassado pelo município.
No momento em que fui informado sobre o cancelamento da reunião com a companheira Epifânia, naquele instante resolvi me dirigir ao Gabinete da SEMPLA. Lá, pessoalmente tratei sobre os recursos financeiros do carnaval com o Secretário Sérgio Pacífico que, já a par da situação e do montante solicitado, se colocou à disposição da FESEC, esclarecendo ainda que para efetivar o remanejamento de recursos para Iaripuna, a SEMPLA necessita da anuência do chefe do executivo municipal - autorização a ser concedida a partir de uma conversa entre o Alcaide e o companheiro Tatá.
No que se refere aos recursos solicitados ao Estado, temos buscando algumas parcerias, objetivando fortalecer o nosso pedido. Conversamos com a Deputada Marinha Raupp, por telefone. A pedido da parlamentar, enviamos cópia do projeto por email e através dos correios. Nosso propósito é contar com a intercessão, o acompanhamento e o traquejo da Deputada, visando sensibilizar e convencer o excelentíssimo Senhor Governador Confúcio Moura para importância do repasse ainda este ano.
No dia 08/11, terça-feira, me reuni, no Palacete do Bispo, com o Secretário Especial do Governador, Senhor Mário Jorge, buscando viabilizar o agendamento de uma reunião com a autoridade máxima do poder executivo estadual. Através do Ofício nº 074/2011/FESEC, oficializamos nosso desejo de despachar com o Governador, para tratar do Carnaval de 2012.
Neste ínterim, enquanto aguardamos uma posição do palácio Presidente Vargas, estamos articulando outros nomes, do segmento político e cultural, para nos acompanharem e, em uma só voz, defender o Projeto Carnaval 2012: Tradição, Cultura e Arte Popular para Todos.
Achamos a sugestão do nome do Deputado Zequinha Araújo, para compor a comitiva cultual, uma boa idéia. Estamos articulando, aqui da Pérola do Mamoré, representantes dos blocos de enredo e do segmento político, com trânsito na ‘cozinha’ do Governador. Também já estão mobilizados os Presidentes das escolas de samba de Costa Marques e Rolim de Moura.
Para finalizar, além destas informações que estou repassando, ‘da boa’, colhida na fonte, sem misturas, devo te confessar, amigo Zé Katraca, que o meu vício, a minha cachaça é mesmo o samba. Porém, esta informação é segredo, não conte ao Sílvio.
Antes que eu me esqueça, fica aqui o convite para o amigo somar conosco e, assim, engrossar a voz da FESEC, dos produtores do carnaval popular das escolas de samba, dos foliões e dos amantes da cultura popular, bradando, através da Coluna Lenha na Fogueira, em defesa do carnaval de Rondônia.
Não se esqueça de levar o Sílvio, ele é bom nestas ocasiões periclitantes.
(*) Ariel Argobe é Artista Plástico e Presidente da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas do Estado de Rondônia.
Recentemente, especialistas da Sociedade Americana de Medicina do Vício (ASAM) criaram uma nova definição para este mal que acompanha a humanidade desde os primórdios. Na tese altamente gabaritada da ASAM, “o vício é uma desordem cerebral crônica e não simplesmente um problema de comportamento que pode envolver álcool, drogas, jogos de azar ou sexo”.
Na minha limitada visão, caro Zé Katraca, esta definição ainda está incompleta. A experiência me diz que há pessoas que são irrecuperavelmente viciadas em coisas estranhas, como por exemplo, em colunas culturais diárias.
Conclusão: de onde vejo, “o vício é um burburinho na cuca do sujeito que, inclusive, pode levar às drogas, ao álcool, aos jogos de azares, muito sexo curtido adoidado e colunas culturais especializadas”.
Confesso, amigo Zé Katraca, que sou sim viciado na ‘porra’ dessa coluna cultural. Como um alcoólatra ou toxicômano errante, ao abrir os olhos, logo pela manhã, a primeira coisa que faço é correr pro vício. Com as mãos trêmulas, pernas bambas, olhar turvo, ao retornar da caminhada matinal que faço pela Av. XV de Novembro, no coração da Pérola do Mamoré, vou correndo para o Bar do Candury e, sem que ninguém me veja, compro o produto que acalma o meu sistema nervoso: o jornal impresso que traz a coluna cultural do Zé Katraca.
Que merda é esta? Sério, não consigo me controlar. Será que tem tratamento pra este meu péssimo vício?
Porém, iluminado Zé, devo alertá-lo: só gosto ‘da boa’, negócio ‘granfo’, bacana, do tipo top de linha. Porcaria nem pensar. Nada de mistura doida. Odeio!
Na última sexta-feira, amanheci ‘nervosão’, como sempre (sabe como é, né Zé!?). Super a fim, foi correndo pro Bar do ‘Candú’. Comprei o bagulho e Já fui logo rasgando e abrindo lá mesmo. Constatei ansioso que ela estava lá, como de hábito, embrulhada bem no meio do jornal: a coluna Lenha na Fogueira. Fui devorando tudo, nem respirava direito. Não queria nem saber se tinha gente me olhando. Que decepção: aquela lenha não era da boa. Tava toda misturada. Porra!
Zé, quem te repassou a mercadoria que você processou na coluna Lenha na Fogueira de sexta-feira 11, foi o Sílvio Santos? Não acredito que foi ele. O Sílvio só trabalha ‘pedra’ de primeira. O bagulho de sexta tá muito barrela, arqueado, misturado mesmo, do tipo ‘lombra’ estranha.
Só para esclarecer, amigo Zé Katraca, devo informar que a reunião marcada para acontecer na Estação da EFMM, quarta-feira passada, dia 09/11, - como você mesmo informou em sua coluna -, foi uma agenda puxada pelo Gabinete da Deputada Epifânia Barbosa, para tratar de uma emenda parlamentar no valor de cem mil reais, a serem gastos com a realização de várias oficinas de artes. Minutos antes da hora prevista, fomos informados que a reunião estava cancelada, em razão da Deputada se encontrar em viagem ao exterior.
Imediatamente o Secretário da FESEC postou mensagem no blog da Federação, tratando do cancelamento da reunião e, aos Presidentes de GRES que tem acesso e lidam com as novas tecnologias, enviou mensagem por celular e email, comunicando o fato. Só não foram contatados os federados avessos às novas tecnologias, que ainda teimam em viver no século XIX e que, coincidentemente, ocupam posições no grupo de acesso do grandioso carnaval popular das nossas escolas de samba.
Asseguro nobre Zé, o Gabinete da Deputada (e de outras autoridades da municipalidade) está sendo mobilizado para tratar tão somente dos recursos do carnaval a ser repassado pelo município.
No momento em que fui informado sobre o cancelamento da reunião com a companheira Epifânia, naquele instante resolvi me dirigir ao Gabinete da SEMPLA. Lá, pessoalmente tratei sobre os recursos financeiros do carnaval com o Secretário Sérgio Pacífico que, já a par da situação e do montante solicitado, se colocou à disposição da FESEC, esclarecendo ainda que para efetivar o remanejamento de recursos para Iaripuna, a SEMPLA necessita da anuência do chefe do executivo municipal - autorização a ser concedida a partir de uma conversa entre o Alcaide e o companheiro Tatá.
No que se refere aos recursos solicitados ao Estado, temos buscando algumas parcerias, objetivando fortalecer o nosso pedido. Conversamos com a Deputada Marinha Raupp, por telefone. A pedido da parlamentar, enviamos cópia do projeto por email e através dos correios. Nosso propósito é contar com a intercessão, o acompanhamento e o traquejo da Deputada, visando sensibilizar e convencer o excelentíssimo Senhor Governador Confúcio Moura para importância do repasse ainda este ano.
No dia 08/11, terça-feira, me reuni, no Palacete do Bispo, com o Secretário Especial do Governador, Senhor Mário Jorge, buscando viabilizar o agendamento de uma reunião com a autoridade máxima do poder executivo estadual. Através do Ofício nº 074/2011/FESEC, oficializamos nosso desejo de despachar com o Governador, para tratar do Carnaval de 2012.
Neste ínterim, enquanto aguardamos uma posição do palácio Presidente Vargas, estamos articulando outros nomes, do segmento político e cultural, para nos acompanharem e, em uma só voz, defender o Projeto Carnaval 2012: Tradição, Cultura e Arte Popular para Todos.
Achamos a sugestão do nome do Deputado Zequinha Araújo, para compor a comitiva cultual, uma boa idéia. Estamos articulando, aqui da Pérola do Mamoré, representantes dos blocos de enredo e do segmento político, com trânsito na ‘cozinha’ do Governador. Também já estão mobilizados os Presidentes das escolas de samba de Costa Marques e Rolim de Moura.
Para finalizar, além destas informações que estou repassando, ‘da boa’, colhida na fonte, sem misturas, devo te confessar, amigo Zé Katraca, que o meu vício, a minha cachaça é mesmo o samba. Porém, esta informação é segredo, não conte ao Sílvio.
Antes que eu me esqueça, fica aqui o convite para o amigo somar conosco e, assim, engrossar a voz da FESEC, dos produtores do carnaval popular das escolas de samba, dos foliões e dos amantes da cultura popular, bradando, através da Coluna Lenha na Fogueira, em defesa do carnaval de Rondônia.
Não se esqueça de levar o Sílvio, ele é bom nestas ocasiões periclitantes.
(*) Ariel Argobe é Artista Plástico e Presidente da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas do Estado de Rondônia.
CARTA A PRESIDENTA DILMA SOUSSEFF
São Paulo, 13 de novembro de 2011.
Senhora Presidenta Dilma Rousseff, a UNEGRO reunida no IV Congresso Nacional, realizado de 10 a 13 de novembro, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, Brasília/DF, com a participação de 700 delegados representantes das plenárias organizadas em 23 estados e Distrito Federal, dirige a vossa excelência através desta carta para manifestar nossa convicção que a superação da opressão de classe, gênero e raça é fundamental para construção de uma sociedade justa e igualitária. Compreendemos, também, que um estado democrático, próspero e desenvolvido se consolida com governantes que promovem igualdade e combatem todas as formas de opressão.
O racismo no Brasil é uma realidade presente na vida cotidiana de 50,6% da população, responsável pela marginalização de negros e negras. Acumulamos desvantagens históricas no campo econômico, educacional, político, cultural, no acesso a justiça, saúde, moradia digna. A desigualdade entre negros e brancos se mantém, as mulheres negras continuam a parcela mais vulnerabilizada da sociedade, a juventude negra sofre um processo de violência que se assemelha a um genocídio, verificamos que as políticas de igualdade racial não se consolidaram e são insuficientes.
Ato flagrante da persistência do racismo na sociedade brasileira se dá nos espaços de poder e representação. Apesar da população negra se constituir na metade dos brasileiros e brasileiras, somos apenas 8,3% dos deputados e deputadas, há apenas dois senadores negros (Magno Malta e Paulo Pain) e apenas uma presença no ministério, considerando que a pasta que a Ministra Luiza Bairros ocupa é da Igualdade Racial.
Diante disso exigimos uma reforma ministerial para garantir a presença de negras e negros nos ministérios; que a Presidência da República informe a nação quantos negros ocupam cargos comissionados no atual governo.
Exigimos o aprofundamento das políticas de igualdade racial iniciada no governo Lula, para isso é fundamental o descontingenciamento dos recursos da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e da Fundação Palmares.
Senhora Presidenta consideramos que a fusão do SEPPIR, SPM e Secretaria Nacional de Juventude em um único ministério retira o protagonismo e invisibiliza populações minorizadas, mulheres, negros e jovens devem dirigir seus destinos sem tutela.
Defendemos o fortalecimento dessas estruturas, que sejam dotadas de maior orçamento e suporte técnico, para desenvolverem a necessária transversalidade das políticas.
Por fim, exigimos a regulamentação do Estatuto da Igualdade Racial para dar seqüência no processo virtuoso de igualdade racial iniciada pelo Presidente Lula, consideramos que uma lei conquistada após 10 anos de debate em todo país não pode ser engavetada.
Edson França
Presidente da UNEGRO
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| Edson França, Presidente da UNEGRO |
O racismo no Brasil é uma realidade presente na vida cotidiana de 50,6% da população, responsável pela marginalização de negros e negras. Acumulamos desvantagens históricas no campo econômico, educacional, político, cultural, no acesso a justiça, saúde, moradia digna. A desigualdade entre negros e brancos se mantém, as mulheres negras continuam a parcela mais vulnerabilizada da sociedade, a juventude negra sofre um processo de violência que se assemelha a um genocídio, verificamos que as políticas de igualdade racial não se consolidaram e são insuficientes.
Ato flagrante da persistência do racismo na sociedade brasileira se dá nos espaços de poder e representação. Apesar da população negra se constituir na metade dos brasileiros e brasileiras, somos apenas 8,3% dos deputados e deputadas, há apenas dois senadores negros (Magno Malta e Paulo Pain) e apenas uma presença no ministério, considerando que a pasta que a Ministra Luiza Bairros ocupa é da Igualdade Racial.
Diante disso exigimos uma reforma ministerial para garantir a presença de negras e negros nos ministérios; que a Presidência da República informe a nação quantos negros ocupam cargos comissionados no atual governo.
Exigimos o aprofundamento das políticas de igualdade racial iniciada no governo Lula, para isso é fundamental o descontingenciamento dos recursos da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR e da Fundação Palmares.
Senhora Presidenta consideramos que a fusão do SEPPIR, SPM e Secretaria Nacional de Juventude em um único ministério retira o protagonismo e invisibiliza populações minorizadas, mulheres, negros e jovens devem dirigir seus destinos sem tutela.
Defendemos o fortalecimento dessas estruturas, que sejam dotadas de maior orçamento e suporte técnico, para desenvolverem a necessária transversalidade das políticas.
Por fim, exigimos a regulamentação do Estatuto da Igualdade Racial para dar seqüência no processo virtuoso de igualdade racial iniciada pelo Presidente Lula, consideramos que uma lei conquistada após 10 anos de debate em todo país não pode ser engavetada.
Edson França
Presidente da UNEGRO
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